Quando o banco parte para a execução, o que está em jogo deixa de ser a dívida. Passa a ser o patrimônio que levou anos para ser construído.
Atuamos na renegociação qualificada de dívidas bancárias, na contenção de execuções e na defesa de empresários e empresas em situações de alta complexidade.
Contrato, encargo, garantia e fase processual lidos antes de qualquer movimento.
Estrutura por setores: cada frente conduzida por quem tem a matéria como especialidade.
A decisão do primeiro mês pesa mais que todo o resto do processo.
Quando o passivo cresce, a primeira reação costuma ser negociar direto com a instituição: com o gerente, na central de recuperação, pela proposta que chega por e-mail. É uma conversa em que um dos lados tem departamento jurídico dedicado, política de recuperação definida e cálculo pronto. O outro tem pressa.
O custo aparece depois: acordo assinado sem revisão de encargos, garantia pessoal mantida, aval preservado, confissão de dívida que fecha a porta de discussão futura.
Passivo bancário é matéria técnica. Envolve contrato, encargo, garantia, prazo processual e, quase sempre, patrimônio pessoal exposto junto com o da empresa. Tratar isso como negociação comercial é o erro que sai mais caro.
Atuamos antes da execução, durante a execução e depois da constrição, porque em cada uma dessas fases os instrumentos são diferentes, e o instrumento adequado depende de onde o processo está.
Renegociação qualificada, contenção de execuções e defesa contra abusos bancários, com preservação patrimonial como critério de decisão.
Defesa de empresários e empresas em crimes tributários, lavagem de dinheiro e delitos contra o sistema financeiro.
Estruturação de débitos tributários e uso das vias de transação disponíveis a empresas que não conseguem quitar à vista.
Organização societária e patrimonial de famílias empresárias, com foco em sucessão e em separação de riscos.
Condução de separações e inventários em que há empresa, participação societária ou patrimônio relevante envolvido.
Atuação em negativas de cobertura, reajustes e rescisões unilaterais.

Somos um escritório de atuação estratégica, sediado em Belo Horizonte e atuando em todo o Brasil. A estrutura é organizada por setores, e cada caso é conduzido por quem tem a matéria como especialidade.
Concentramos atuação em situações de alta complexidade: passivo bancário relevante, execução em curso, exposição patrimonial, apuração criminal empresarial. São casos em que a decisão tomada no primeiro mês costuma pesar mais que todo o resto do processo.

As reuniões são por videoconferência e os atos que exigem presença física são organizados conforme a comarca do processo. A distância não muda a condução do caso.
Levantamos contratos, encargos, garantias e o que já foi assinado. Antes de falar com o banco, é preciso saber qual é a posição, inclusive onde ela é frágil.
Havendo execução, penhora ou bloqueio em curso, a prioridade é conter. Medidas urgentes, defesa em execução e discussão de constrições indevidas vêm antes de qualquer negociação.
Com o passivo mapeado e a exposição contida, a negociação muda de patamar: discutem-se encargos, garantias e estrutura de pagamento com base técnica, não sob pressa.
Resolvido o passivo, resta impedir que a exposição se repita: revisão de garantias pessoais, organização societária e estrutura patrimonial compatível com o porte da empresa.
O que publicamos sobre passivo bancário, defesa empresarial e patrimônio
O primeiro contato é uma triagem: entendemos qual é a situação, em que fase está e qual é a urgência. Sendo o caso compatível com a atuação do escritório, agendamos reunião de análise, presencial em Belo Horizonte ou por videoconferência.
Sim. Atuamos em todo o Brasil. As reuniões são por videoconferência e os atos que exigem presença física são organizados conforme a comarca do processo.
Sim, é a situação mais frequente aqui. Execução em curso muda o instrumento adequado, não a possibilidade de atuação. Quanto antes, mais caminhos existem; mas há medidas cabíveis também depois de penhora ou bloqueio.
Nenhum advogado sério responde isso com um sim. Quem promete resultado promete o que não controla: decisão judicial, comportamento da outra parte, prova que ainda não existe. O que fazemos é analisar o caso, mapear cenários e apontar onde a sua posição é sólida e onde é frágil. Você vai saber o que esperar, inclusive o que pode dar errado.
A proposta é apresentada por escrito após a análise do caso, com escopo, etapas e critérios definidos. Não divulgamos valores em site ou material publicitário: é vedado pelo Código de Ética da OAB e, além disso, honorário estimado sem análise prévia é chute.
Não, é o padrão nos casos que atendemos. Passivo bancário costuma vir acompanhado de exposição tributária, questão societária ou apuração criminal. O escritório é estruturado por setores justamente para conduzir essas frentes em conjunto.
Sim, sempre que o cliente prefere assim. Em passivo bancário e matéria tributária, o contador costuma deter informação que encurta o diagnóstico.
Contratos bancários, extratos, planilhas de dívida, citações e intimações recebidas e a última alteração contratual da empresa. Não ter tudo não impede a análise: parte disso conseguimos levantar.
Em execução, os prazos de defesa correm em dias e não param porque o caso ainda não tem advogado. Recebida citação, intimação ou notificação, a análise precisa vir antes do vencimento.
Av. Getúlio Vargas, 258, 12º andar, Funcionários, Belo Horizonte/MG
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